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Archive for junho \29\UTC 2010

Depois de um certo tempo sem escrever sobre AMOR, venho aqui levar essa mensagem. Eu gosto muito de letras de musica, textos e sempre me perguntava como os autores escreviam tudo aquilo, se eles já haviam passado ou presenciado tudo aquilo que escreveram. Lógico que estou bem longe da qualidade do que eles escrevem, mas hoje já entendo um pouco dessa inspiração, ela vem de algumas coisas vividas, lidas, sentidas e imaginadas. Muito do que se escreve não necessariamente foi vivido na realidade, mas sim vivido na imaginação.

Se eu te amei? Sim amei demais, mais que qualquer um, mais que você si ama.

Pena que a ternura que lhe foi dada, não foi suficiente pra tocar sua sensibilidade como era o bem material

Você pode ate ter querido o amor, mas não o valorizava como o ideal.

Pois esse foi o teu caso, pois so notava o que não tinha, era justamente o que lhe faltava que lhe envolvia.

Como o meu amor por ti não faltava, fez-se esquecida de mim, e de tudo que vive só pelo amor.

Hoje não a chama mais de amor, esse amor passou bem rente, bem pertinho, onde ou você não viu ou o ignorou.

Se hoje se diz triste e descrente, mas pra quem reclamar? Foi você quem criou a dor, se cansou da vida, lamento… se cansou de você, me desculpe era previsível.

Pois ninguém consegue uma vitoria quando o derrotado é a gente mesmo.

Ninguém vence ao ignorar o amor, ao ignorar a vida, ao ignorar a si próprio.

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Palavras de um relógio.

Trabalho mais que qualquer mortal, mas mais facilmente porque o faço segundo a segundo.

Tenho de fazer milhares de tique-taques pra formar um dia, mas disponho de um segundo pra fazer cada um deles. Não os quero fazer todos ao mesmo tempo.

Nunca me preocupo com o que fiz ontem, nem com o terei que fazer amanha. Minha preocupação é de hoje… aqui e agora!

Sei que, se fizer o de hoje bem, não terei que me incomodar com o passado nem me preocupar com o futuro.

Você, que é pessoa, se quiser viver tranqüilo e tão feliz quanto eu, não queira viver toda sua vida, nem se livrar de todo o peso de seu trabalho em um so dia. Viva agora!

Faça o trabalho de cada dia em seu dia. Você vai se convencer de que, quando se toma tempo, sempre há tempo pra tudo.

Há um modo difícil de fazer o trabalho que tem que ser feito.

Se quiser encontrar o modo fácil, olhe pra mim. Eu nunca me preocupo, nunca me apresso… mas nunca me atraso! O que eu tenho de fazer, faço. Esse é o segredo!

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Sempre fui e continuo sendo adepto de demonstrar o amor, o que realmente sentimos ser transparente no desejo e sendo forte ao assumir o que sinto, mesmo já tendo feito isso através de lagrimas e sofrimento.

Com isso também tenho visto que quanto mais tenho exposto o que sinto, mas tem rendido desafeto, em muitos momentos uma queda da minha autoestima e frustrações seguidas de frustrações.

Analisando minhas historias, noto que como em tudo que é sutil e profundo ao mesmo tempo, tem um limite importante que a “duras penas” tenho observado e aprendido. Ou seja,  tive de aprender e perceber a enorme diferença entre demonstrar o que eu sinto e mendigar o amor do outro, algo que hoje não defendo e nem pretendo fazer, pois aprendi que a outra pessoa tem o direito de não gostar de você. Passei a me preocupar com a diferença entre “ser sincero” e “ser inconveniente”, onde meio que já cheguei a agir sem dignidade em nome não de um amor, mas de uma certa obstinação infantil ou neurotica. Quando digo que precisamos começar a admitir mais o que sentimos, não estou dizendo que devemos empurrar esse sentimento ‘goela abaixo’ do outro, nem implorar, esgoelar-se, fazer chantagens ou mendigar afeto. Falo isso voltado em dois aspectos que já passei, um onde você não fez nada, e simplesmente a outra pessoa não quer mais, e ficamos correndo atrás, e outro onde admitimos culpa pela situação, mas somos cientes do nosso real sentimentos, vamos atrás reconhecemos nossos erros, pedimos perdão uma nova chance, e nada. Nesses momentos é que acredito que o amor próprio deve falar alto e respeitar também o sentimento da outra pessoa, e deixar ela ir.

Se a outra pessoa disse ou demonstrou que não quer, que não pode retribuir o amor que sentimos, o mínimo que podemos fazer é respeitá-la e – sobretudo – tentar manter nossa autoridade moral diante deste ‘não’. Acontece que aí está outro tênue limite: a diferença entre ‘comportar-se de modo digno’ e ‘agir movido por um orgulho despeitado’.

É preciso ter maturidade pra se dar conta que chorar, se expressar emocionalmente, ser honesto com a sua dor faz parte de uma personalidade integra, ao passo que se fechar, ficar com raiva, se comportar como um “mendigador “ de amor, de sentimento alheio é um comportamento horrível, pra você e pra outra pessoa e nada produtivo.

A experiência por ter passado por muitas dessas situações, me mostra que foi longo o caminho percorrido entre a infantilidade e a maturidade (já havia ate escrito um post sobre “ta doendo, então solta”) e pra aprender sobre isso, vai uma vida inteira, por isso continuo aprendendo. Hoje sou mais do que sincero em meus sentimentos, mas não “obrigo” ninguém a estar do meu lado, sou sincero, falo do fundo do meu coração o que sinto e o que quero, se da outra pessoa não tenho a mesma reciprocidade, que ela siga o caminho dela que eu vou seguir o meu.  Com isso quem de nós nunca se excedeu, nunca insistiu ou nunca se comportou de modo orgulhoso e despeitado diante das armadilhas do coração?

Com isso alem de levar a serio o jamais colocado no titulo, espero ser (ou que sejamos) forte o bastante pra apostar e arriscar na possibilidade de ser melhor.

O bom e poder descobrir nos erros e nos acertos, que estou crescendo e amadurecendo, me tornando mais autentico e inteiro no exercício de amar. Pois se não me querem…… eu me quero, brinco sempre ( mas sendo verdade) feliz a mulher pela qual eu me apaixonar, enquanto isso vou aproveitando de mim, pois to apaixonado por mim kkkkkkkkkkkkkk

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Românticos

Românticos são poucos
Românticos são loucos desvairados
Que querem ser o outro
Que pensam que o outro é o paraíso.

Românticos são lindos,
Românticos são limpos e pirados
Que choram com baladas,
Que amam sem vergonha e sem juízo

São tipos populares, que vivem pelos bares
E mesmo certos vão pedir perdão
E passam a noite em claro
Conhecem o gosto raro
De amar sem medo de outra desilusão

Romântico é uma espécie em extinção.

Românticos são poucos,
Românticos são loucos,
Como eu
Como eu

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Abraço x Beijo. Carinho….

Tenho sentido que todos nos buscamos a mesma coisa, o mesmo “sonho”, porem essa busca e tão individual e cercada de ansiedade que perdemos a noção da própria realidade e das pequenas coisas que realmente importa.

Virou “praga” a chamada carência afetiva. Hoje a grande maioria busca o “ter”, ter um novo carro, um novo celular, uma viagem, um roupa de grife. E com isso o vazio entre nos so aumenta. Por dentro sentimos gritar e doer uma voz que clama por um pouco de carinho de atenção.

É tamanha a carência, impressão de solidão é tão forte que nos dispomos ate em muitos momentos ser o que não somos, no intuito de estar próximo ou ter a companhia de alguém, ou sonhar com um pouco de carinho.

Pois é, mas não é de dinheiro que estou falando. Estou falando das escolhas que fazemos, indiscriminadamente, em busca de afeto; das relações sexuais fáceis e fugazes, da liberação desenfreada de intimidade, da cama que chega às relações muito antes de uma apresentação de corações… Expomos nossos corpos, mas escondemos nossos sentimentos de qualquer maneira!!!

Ou, ao contrário de tudo isso, estou falando da amargura e do mau-humor que toma conta daqueles que não fazem nada disso, que se fecham feito ostras, criticando e maldizendo quem se entrega, quem transa, quem sai em busca de afeto…

Enfim, os extremos demonstram exatamente o quanto pagamos. De uma forma ou de outra, estamos pagando pelo carinho que não damos e pelo carinho que, muitas vezes, não nos abrimos para receber.

Ou seja, se sexo realmente fosse tão bom, poderoso e suficiente quanto “prometem” as revistas , filmes e cenas equivocadamente exageradas das novelas ou os sites eróticos, estaríamos satisfeitos, não é? Mas não estamos, definitivamente não estamos!

Sabe por quê? Porque falta conteúdo nestas atitudes, nestes encontros. Não se trata de julgamento de valor nem de pudor hipócrita. Não se trata de contar quantas vezes já esteve com alguém para saber se já pode transar sem ser chamado a mulher de ‘fácil’ ou o homem de “galinha”…

Trata-se de disponibilidade para dar e receber afeto de verdade, sem contabilizar, sem morrer de medo de parecer tolo; sem ser, de fato, pegajoso ou insensível… apenas encontrar a sua medida, o seu verdadeiro desejo de compartilhar o seu melhor!

Muito mais do que “desejos carnais”, precisamos urgentemente de um abraço que encosta coração com coração, de um simples deslizar de mãos em nosso rosto, de um encontro de corpos que desejam, sobretudo, fazer o outro se sentir querido, vivo. Tocar o outro é acordar as suas células, é abrir seus poros, é oferecer um alento, uma esperança, um pouco de humanidade, tão escassa em nossas relações. Se me perguntarem o que é mais importante, o que tem um valor maior o beijo ou o abraço minha resposta é instantânea, o abraço, pois ele sempre é verdadeiro, fraternal e protetor… sinônimo real de carinho.

Talvez você pense: mas eu não tenho ninguém que esteja disposto a fazer isso comigo, a me dar este presente. Pois é. Esta é a matemática mais enganosa e catastrófica sob a qual temos vivido. Quem disse que você precisa ficar à espera de alguém que faça isso por você?!?

Não! Você não precisa, acredite! De pessoas à espera de soluções o mundo está farto! Precisamos daqueles que estão dispostos a “serem” a solução! Portanto, se você quer vivenciar o amor, torne-se o próprio amor, o próprio carinho, a própria carícia. Torne-se a diferença na vida daqueles com quem você se relaciona, para quem você se disponibiliza.

A partir de hoje, ao invés de sair por aí dizendo que vai “beijar muuuuito”, concentre-se na sua capacidade de dar afeto e surpreenda-se com o resultado. Beije sim, sem se preocupar se é muito ou pouco. Beijar é bom, muito bom, sem dúvida; mas empenhe-se antes em trocar afeto, em se relacionar exercitando o respeito pelo outro, o respeito por si mesmo… e estou certo de que os encontros valerão muito mais a pena!

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AMOR próprio.

O mais genuíno ato de amor por si mesmo consiste na difícil tarefa de fazer brilhar a luz que há dentro de nós. Quando não nos amamos, queremos agradar mais aos outros do que à nós, mendigamos o amor alheio, já que nos julgamos insuficientes ou incapazes de nos querer bem. Amar-se não significa trabalhar por privilégios e vantagens pessoais, mas o modo como vivemos conosco. Resume-se basicamente, na forma como tratamos a nós próprios. A relação que estabelecemos com nosso mundo íntimo, sobretudo, o respeito que exercemos àquilo que sentimos.

A auto-estima surge quando levamos em conta e consideramos  nossos sentimentos. O amor a si não se confunde com o egoísmo, porque quem tem atitude amorosa consigo está centrado no “EU”. Deslocou o foco da atenção de seus sentimentos para a fonte de sabedoria e elevação, criando ressonância com o ritmo Divino. Amar-se é ir ao encontro do SI MESMO como denominava Jung. A educação é a chave para o progresso moral, portanto:

1. Responsabilidade: somos os únicos responsáveis pelos nossos sentimentos.

2. Ética conosco: somos tratados como nos tratamos, como merecer o amor do outro, se não recebemos nem o nosso próprio amor.

3. Consciência: o sentimento expressa os recados da consciência.

4. Juízo de valor: não existem sentimentos certos ou errados.

5. Automatismos e complexos: os sentimentos podem ser sustentados por mecanismos alheios à vontade ou intenção.

6. Auto-amor é um aprendizado: construir um novo olhar sobre si, desenvolver sentimentos elevados em relação à nós.

7. Domínio de si : educar sentimentos é tomar posse de si.

8. Aceitação: só o amor a si através de uma relação pacífica com a sombra.

9. Renovação do sistema de crenças: superar preconceitos. Julgamentos formulados a partir do sistema de crenças desenvolvidas com base na opinião alheia desde criança.

10. Ação no bem: integração em projetos solidários, aquisição de valor pessoal e convivência com a dor alheia trazem gratidão e estima pelas vivências pessoais. Cuidando bem de nós próprios, somos levados a estender ao próximo o tratamento que aplicamos à nós.

11. Assertividade: zelar pelos limites do interesse pessoal.

12. Florescer a singularidade: sinal de maturidade.

13. Construção da autonomia: capacidade de sustentar sentimentos nobres acerca de nõs próprios.

14. Ter rédeas sobre si mesmo: gerir a vida pessoal.

15. Identificação da intenções: reconhecer o que queremos. Amor-próprio é aprendizado e busca constante.

O grau de satisfação consigo mesmo será proporcional à sensação que tiver de que esta controlando sua própria vida. Existem dois sóis: um no alto, no céu e o outro dentro de você! Permita sentir o seu Sol Interior brilhar!!!

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Sonho e Amor.

Sonho, a gente só se dá conta dele depois que acorda, depois que ele acabou…
E fica aquela vontade na gente de sonhar mais um pouquinho.
Existem pessoas que são um sonho.
Um sonho pelo qual a gente dormiria a vida inteira.
Mas o destino vem e nos acorda violentamente…
E nos leva aquele sonho tão bom…
Existem pessoas que são estrelas. Doces luzes que enfeitam  e iluminam as noites escuras de nossas vidas.
Mas vem o amanhecer e nos rouba com toda a sua claridade aquela estrela tão linda.
Existem pessoas que são flores. Belezas discretas que alegram o nosso caminho.
Mas com o tempo, as flores murcham, e nos enchem de saudade de sua cor e de seu perfume.
Existem, finalmente,as pessoas que são simplesmente amor.
Um amor doce como o mel de uma flor… que desabrochou numa estrela e que veio até nós num lindo sonho!
E ainda bem que são amor, porque flores, estrelas ou sonhos, mais cedo ou mais tarde, terminam… mas o amor… o amor não termina nunca…
Sonho e Amor

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