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Archive for the ‘Texto de outras pessoas’ Category

– O amor não te faz arder em chamas. O nome disso é combustão instantânea. Amor é outra coisa.
– O amor não faz brotar uma nova pessoa dentro de você. O nome disso é gravidez. O amor é outra coisa.
– O amor não te deixa completamente feliz. O nome disso é Prozac. Amor é outra coisa.
– O amor não te deixa saltitante. O nome disso é Pogobol. O amor é outra coisa.
– O amor não te faz acreditar em falsas promessas. O nome disso é campanha eleitoral. O amor é outra coisa.
– O amor não te faz esquecer de tudo. O nome disso é amnésia. Amor é outra coisa.
– O amor não te faz perder a articulação das palavras de repente. O nome disso é AVC. O amor é outra coisa.
– O amor nao te faz sentir borboletas no estomago, o nome disso é fome. O amor é outra coisa.
– O amor não te deixa completamente imóvel. O nome disso é trânsito de São Paulo. O amor é outra coisa.
– O amor não te deixa molinho e manhoso. O nome disso é Rivotril. O amor é outra coisa.
– O amor não te deixa temporariamente cego. O nome disso é spray de pimenta. O amor é outra coisa.
– O amor não faz seu mundo girar sem parar. O nome disso é labirintite. O amor é outra coisa.
– O amor não te deixa sem chão, o nome disse é cratera. O amor é outra coisa.
– O amor não te deixa quente e te leva pra cama. O nome disso é dengue. O amor é outra coisa.
– O amor não retribui suas declarações. O nome disso é restituição de imposto de renda. O amor é outra coisa.
– O amor não leva teu café da manhã na cama e ainda dá na boquinha. O nome disso é enfermeira. O amor é outra coisa.
– O amor não te faz olhar pro céu e ver tudo colorido. O nome disso é queima de fogos de artifício. O amor é outra coisa.
– O amor não te faz ficar simpático e amoroso de repente. O nome disso é Natal. O amor é outra coisa.
– O amor não te liberta. O nome disso é ALVARÁ DE SOLTURA. Amor é outra coisa.
– O amor não te deixa à mercê da vontade alheia. O nome disso é Boa Noite Cinderela. O amor é outra coisa.
– O amor não te faz ver o mundo cor-de-rosa. O nome disso é baitolice. O amor é outra coisa.
– O amor não é aquela coisa brega, mas que te remexe todo. O nome disso é Banda Calypso. O amor é outra coisa.
– O amor não te dá a chance de mudar o que está diante de você. O nome disso é controle remoto. O amor é outra coisa.
– O amor não tira suas defesas. O nome disso é HIV. O amor é outra coisa.
– O amor não te pega desprevenido e te impulsiona para frente. O nome disso é topada. O amor é outra coisa.
– O amor não faz o coração bater mais rápido. O nome disso é arritmia. O amor é outra coisa.
– O amor não faz você dar suspiros. O nome disso é dia de Cosme e Damião. O amor é outra coisa.
– O amor não te faz ver tudo com outros olhos. O nome disso é transplante. O amor é outra coisa.

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“Para um cão, você não precisa de carrões, de grandes casas ou roupas de marca. Símbolos de status não significam nada para ele. Um graveto já está ótimo.
Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro.
Dê seu coração a ele, e ele lhe dará o dele.
É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não. De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário?”

Trecho final do filme “Marley e Eu”.

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Por que as pessoas valorizam o esforço e a sedução?
 
Há conversas que nunca terminam e dúvidas que jamais desaparecem. Sobre a melhor maneira de iniciar uma relação, por exemplo. Muita gente acredita que aquilo que se ganha com facilidade se perde do mesmo jeito. Acham que as relações que exigem esforço têm mais valor. Mulheres difíceis de conquistar, homens difíceis de manter, namoros que dão trabalho – esses tendem a ser mais importantes e duradouros. Mas será verdade?

Eu suspeito que não.

Acho que somos ensinados a subestimar quem gosta de nós. Se a garota na mesa ao lado sorri em nossa direção, começamos a reparar nos seus defeitos. Se a pessoa fosse realmente bacana não me daria bola assim de graça. Se ela não resiste aos meus escassos encantos é uma mulher fácil – e mulheres fáceis não valem nada, certo? O nome disso, damas e cavalheiros, é baixa auto-estima: não entro em clube que me queira como sócio. É engraçado, mas dói.

Também somos educados para o sacrifício. Aquilo que ganhamos sem suor não tem valor. Somos uma sociedade de lutadores, não somos? Temos de nos esforçar para obter recompensas. As coisas que realmente valem a pena são obtidas à duras penas. E por aí vai. De tanto ouvir essa conversa – na escola, no esporte, no escritório – levamos seus pressupostos para a vida afetiva. Acabamos acreditando que também no terreno do afeto deveríamos ser capazes de lutar, sofrer e triunfar. Precisamos de conquistas épicas para contar no jantar de domingo. Se for fácil demais, não vale. Amor assim não tem graça, diz um amigo meu. Será mesmo?

Minha experiência sugere o contrário.

Desde a adolescência, e no transcorrer da vida adulta, todas as mulheres importantes me caíram do céu. A moça que vomitou no meu pé na festa do centro acadêmico e me levou para dormir na sala da casa dela. Casamos. A garota de olhos tristes que eu conheci na porta do cinema e meia hora depois tomava o meu sorvete. Quase casamos? A mulher cujo nome eu perguntei na lanchonete do trabalho e 24 horas depois me chamou para uma festa. A menina do interior que resolveu dançar comigo num impulso. Nenhuma delas foi seduzida, conquistada ou convencida a gostar de mim. Elas tomaram a iniciativa – ou retribuíram sem hesitar a atenção que eu dei a elas.

Toda vez que eu insisti com quem não estava interessada deu errado. Toda vez que tentei escalar o muro da indiferença foi inútil. Ou descobri que do outro lado não havia nada. Na minha experiência, amor é um território em que coragem e a iniciativa são premiadas, mas empenho, persistência e determinação nunca trouxeram resultado.

Relato essa experiência para discutir uma questão que me parece da maior gravidade: o quanto deveríamos insistir em obter a atenção de uma pessoa que não parece retribuir os nossos sentimos?

Quem está emocionalmente disponível lida com esse tipo de dilema o tempo todo. Você conhece a figura, acha bacana, liga uns dias depois e ela não atende e nem liga de volta. O que fazer? Você sai com a pessoa, acha ela o máximo, tenta um segundo encontro e ela reluta em marcar a data. Como proceder a partir daí? Você começou uma relação, está se apaixonando, mas a outra parte, um belo dia, deixa de retornar seus telefonemas. O que se faz? Você está apaixonado ou apaixonada, levou um pé na bunda e mal consegue respirar. É o caso de tentar reconquistar ou seria melhor proteger-se e ajudar o sentimento a morrer?

Todas essas situações conduzem à mesma escolha: insistir ou desistir?

Quem acha que o amor é um campo de batalha geralmente opta pela insistência. Quem acha que ele é uma ocorrência espontânea tende a escolher a desistência (embora isso pareça feio). Na prática, como não temos 100% de certeza sobre as coisas, e como não nos controlamos 100%, oscilamos entre uma e outra posição, ao sabor das circunstâncias e do tamanho do envolvimento. Mas a maioria de nós, mesmo de forma inconsciente, traça um limite para o quanto se empenhar (ou rastejar) num caso desses. Quem não tem limites sofre além da conta – e frequentemente faz papel de bobo, com resultados pífios.

Uma das minhas teorias favoritas é que mesmo que a pessoa ceda a um assédio longo e custoso a relação estará envenenada. Pela simples razão de que ninguém é esnobado por muito tempo ou de forma muito ostensiva sem desenvolver ressentimentos. E ressentimentos não se dissipam. Eles ficam e cobram um preço. Cedo ou tarde a conta chega. E o tipo de personalidade que insiste demais numa conquista pode estar movida por motivos errados: o interesse é pela pessoa ou pela dificuldade? É um caso de amor ou de amor próprio?

Ser amado de graça, por outro lado, não tem preço. É a homenagem mais bacana que uma pessoa pode nos fazer. Você está ali, na vida (no trabalho, na balada, nas férias, no churrasco, na casa do amigo) e a pessoa simplesmente gosta de você. Ou você se aproxima com uma conversa fiada e ela recebe esse gesto de braços abertos. O que pode ser melhor do que isso? O que pode ser melhor do que ser gostado por aquilo que se é – sem truques, sem jogos de sedução, sem premeditações? Neste momento eu não consigo me lembrar de nada.

 

IVAN MARTINS
É editor-executivo de ÉPOCA

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A arte de amar

A arte de amar

 

 
Conta uma velha lenda dos índios Sioux, que uma vez, Touro Bravo, o mais valente e honrado de todos os jovens guerreiros, e Nuvem Azul, a filha do cacique, uma das mais formosas mulheres da tribo, chegaram de mãos dadas, até a tenda do velho pagé da tribo…
— Nós nos amamos… e vamos nos casar – disse o jovem. E nos amamos tanto que queremos um feitiço, um conselho, ou um talismã… alguma coisa que nos garanta que poderemos ficar sempre juntos… que nos assegure que estaremos um ao lado do outro até encontrarmos a morte. Há algo que possamos fazer?
E o velho emocionado ao vê-los tão jovens, tão apaixonados e tão ansiosos por uma palavra, disse:
— Tem uma coisa a ser feita, mas é uma tarefa muito difícil e sacrificada… Tu, Nuvem Azul, deves escalar o monte ao norte dessa aldeia, e apenas com uma rede e tuas mãos, deves caçar o falcão mais vigoroso do monte… e trazê-lo aqui com vida, até o terceiro dia depois da lua cheia. E tu, Touro Bravo – continuou o pagé – deves escalar a montanha do trono, e lá em cima, encontrarás a mais brava de todas as águias, e somente com as tuas mãos e uma rede, deverás apanhá-la trazendo-a para mim, viva!
Os jovens abraçaram-se com ternura, e logo partiram para cumprir a missão recomendada… no dia estabelecido, à frente da tenda do pagé, os dois esperavam com as aves dentro de um saco.
O velho pediu, que com cuidado as tirassem dos sacos… e viu que eram verdadeiramente formosos exemplares…
— E agora o que faremos? – perguntou o jovem – as matamos e depois bebemos a honra de seu sangue?
— Ou as cozinhamos e depois comemos o valor da sua carne? – propôs a jovem.
— Não! – disse o pagé – apanhem as aves, e amarrem-nas entre si pelas patas com essas fitas de couro… quando as tiverem amarradas, soltem-nas, para que voem livres…
O guerreiro e a jovem fizeram o que lhes foi ordenado, e soltaram os pássaros… a águia e o falcão, tentaram voar mas apenas conseguiram saltar pelo terreno. Minutos depois, irritadas pela incapacidade do vôo, as aves arremessavam-se entre si, bicando-se até se machucar.
E o velho disse: — Jamais esqueçam o que estão vendo… este é o meu conselho. Vocês são como a águia e o falcão… se estiverem amarrados um ao outro, ainda que por amor, não só viverão arrastando-se, como também, cedo ou tarde, começarão a machucar-se um ao outro… Se quiserem que o amor entre vocês perdure…
Voem juntos… mas jamais amarrados.


O Senhor que nos convida à liberdade de amar te abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente!
(autor desconhecido)
 

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Acordar FELIZ!!

Eu adoro todas as coisas
E o meu coração é um albergue aberto toda a noite.
Tenho pela vida um interesse ávido
Que busca compreendê-la sentindo-a muito.
Amo tudo, animo tudo, empresto humanidade a tudo,
Aos homens e às pedras, às almas e às máquinas,
Para aumentar com isso a minha personalidade.

Pertenço a tudo para pertencer cada vez mais a mim próprio
E a minha ambição era trazer o universo ao colo
Como uma criança a quem a ama beija.
Eu amo todas as coisas, umas mais do que as outras,
Não nenhuma mais do que outra, mas sempre mais as que estou vendo
Do que as que vi ou verei.
Nada para mim é tão belo como o movimento e as sensações.
A vida é uma grande feira e tudo são barracas e saltimbancos.
Penso nisto, enterneço-me mas não sossego nunca.

 

 

Lindo texto de Fernando Pessoa, que nos faz pensar sempre poisenterneço-me mas não sossego nunca“.

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1. Fazer com que ele se sinta um herói

Os homens se encantam quando percebem que podem garantir proteção às mulheres. Não importa a situação pela qual você esteja passando, fazer com que ele se sinta um herói e deixar protegê-la faz dele um parceiro mais feliz.

2. Ter mãos suaves

Eles até podem reclamar muitas vezes da vaidade excessiva, mas os homens adoram sentir mãos delicadas acariciando sua pele.

3. Ficar ao natural

Mesmo que você dedique uma hora diária para se arrumar antes de sair para que ele te veja deslumbrante, ele também adora poder curtir os momentos em que você está em casa relaxada, sem maquiagem, ao natural.

4. Ser adorável com crianças

Ainda que ele não se sinta preparado para ser pai, muitos homens ficam encantados quando percebem que suas parceiras têm um instinto maternal aflorado e que elas se derretem quando se deparam com um bebê de amigas ou até mesmo de pessoas desconhecidas.

5. Usar a roupa dele de manhã

Não perca a oportunidade de colocar uma das cuecas dele ou mesmo a camisa que ele vai usar no trabalho. Essa atitude pode ser muito sexy e fazer com que ele nem se preocupe em chegar atrasado no trabalho.

6. Mostrar sua independência

Nada melhor para um homem do que admirar sua parceira. Claro que existem homens que preferem suas mulheres em casa, mas é cada vez maior o número de homens que gostam quando a mulher demonstra paixão por um trabalho.

7. Decorar o ambiente

Eles gostam de lugares aconchegantes, mas muitos não têm idéia de como consegui-los. Extraia o máximo do seu instinto feminino e use a criatividade para tornar os momentos e lugares em que você estiver com ele muito prazerosos.

8. Fazer “biquinhos”

Sim, esse gesto de menina mimada quando você não está satisfeita com algo funciona de vez em quando. Só tome cuidado para não fazer manha além da conta ou em situações sérias.

9. Usar sapato alto

Muitos homens se queixam do barulho e do incômodo do salto alto, mas eles também adoram ver como as mulheres ficam elegantes quando usam esse tipo de sapato.

10. Arrumar-se para ele

Eles adoram se sentir importantes e poder “exibir” sua parceira toda linda para os amigos.

11. Vesti-lo para ir ao trabalho

Não se trata de escolher todo dia a roupa que ele vai usar para trabalhar, mas de vez em quando dê um retoque em pequenos detalhes, por exemplo, no nó da gravata.

12. Preocupar-se com detalhes em ocasiões especiais

As mulheres têm uma memória invejável, por isso é muito fácil surpreendê-los em datas especiais. Um cartão, uma lembrancinha são sempre bem-vindos.

13. Apelidos carinhosos

Os casais geralmente costumam criar apelidos criativos como “amorzinho”, “chuchu” e tantos outros. Alguns homens gostam desse tipo de mimo, mas se certifique de usá-lo somente quando estiverem sozinhos, a não ser que ele tome a iniciativa e comece a falar em público primeiro.

14. Cenas caseiras

Você não precisa aparecer na frente dele usando um avental, estilo dona-de-casa dos anos 50, para poder seduzi-lo ao preparar uma refeição. Mas, eles gostam de ver os dotes caseiros das mulheres. É como alguns dizem: conquistar o homem “pela barriga”.

15. Lingeries sensuais

Se há algo que os deixa muito loucos é quando as mulheres usam lingeries especiais mesmo sem ter uma data comemorativa. Use-as quando você souber que vão pode ter um momento a dois naquele dia.

 

 

http://www.insoonia.com/15-atitudes-das-mulheres-que-encantam-os-homens/

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Ah, o amor…
O amor entra na vida da gente, sem pedir licença, ele simplesmente acontece…
Nos apaixonamos no momento em que menos esperamos, e não quando queremos nos apaixonar…
Porque um sentimento tão “inexplicável” pode fazer tanto sentido na vida da gente?
Como pode fazer tanta falta quando não o temos? Ou então nos “sufocar” em outro momento em que temos amor “demais”?
Tendo muito ou tendo pouco, o que importa tirarmos disso tudo, que o Amor é vital… SIM, eu disse que o amor é vital para nós, é tão importante quanto o ar que respiramos, a água que bebemos, o Amor é importante…
Se precisamos tanto assim do amor, porque amamos tão pouco? Será que não deveríamos amar mais? Será que as pessoas estão preparadas para o amor?
Tantas são as perguntas…
Quer saber? Se o amor é um sentimento inexplicável, vital e que acontece quando menos esperamos, vamos deixar apenas que ele venha e traga mais vida na vida da gente… talvez a “graça do amor” esteja mesmo em sua inexplicável forma de ser!

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